O professor Milton adentrou um pouco mais nas técnicas estatísticas e utilizando os dados obtidos nos questionários que tínhamos anteriormente formulado, introduziu alguns conceitos como variáveis, tabela de contingência, matrizes e o como poderíamos fazer algumas correlações entre variáveis para obtermos uma forma mais aprofundada de informação tomando estes dados como base. Ele nos ensinou, basicamente, como fazer uma tabela de contingência, e logo após propôs aos grupos que fizéssemos uma tabela para apresentação em que fizesse a correlação de duas variáveis presentes nos questionários. Particularmente, nunca tinha notado o quão podemos esgotar de informações dentro de um questionário se começamos a correlacionar variáveis distintas. Acabei percebendo a forte ferramenta que o questionário se dispõe ser, e que partindo das correlações em que fazemos dos dados apresentados nela, podemos descobrir até informações em que não tínhamos nos atentado antes em que o nosso questionário poderia se encaixar. Esse tipo de conhecimento que muitas vezes se apresenta de forma muito especifica, consigo hoje em dia transformar em um novo tipo de raciocínio que podemos levar para nossas vidas, por exemplo nunca mais vou enxergar as noticias e tabelas que apareça em algum jornal com os mesmos olhos “inocentes” que eu enxergava antes pela falta deste tipo de pensamento na minha bagagem acadêmica.
(Ilustração da tabela de contingência)
(Ilustração da tabela de contingência)
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